domingo, 1 de janeiro de 2017

Quixotemos, então!

Andei desaparecida do blogue para me dedicar às festas e gordices da época. E agora, que o primeiro dia do ano está a terminar, já posso vir aqui quixotar-me toda enquanto degusto uma água das pedras para a ajudar a digerir tanto disparate calórico.

O Natal foi muito bom e o Pai Natal foi o querido de sempre. Alguns livros vieram juntar-se a uma biblioteca cada vez mais composta (haja anos de vida para estes livros todos!). Foi o caso destes lindinhos:




Também me trouxe um vale para gastar em mais livros, várias coisas com gatos da Loja do Gato Preto (francamente, adoro essa loja! Comprava tudo!), uma estadia num sítio porreiro e relaxante, um dvd do Timon & Pumba (eheh), uns produtos com cheirinho bom e mais umas coisitas. Foi querido o senhor das barbas brancas.

A passagem de ano também correu bem. Foi muito divertida e tranquila. O almoço do primeiro dia do ano foi em família e com um belo bife da Portugália. Nham!

Portanto, têm sido bons dias. Para 2017 não pedi doze desejos. Pedi um ou dois que são os básicos para as nossas vidas: saúde e amor. No fundo, é do que mais precisamos, até para depois podermos combater tudo o que nos apareça pela frente. Espero que em 2017 chegue também um novo emprego que me faça feliz, que para trabalhos horrendos e patrões odiosos já me chegaram os últimos anos. Gostaria de deixar isso enterrado em 2016 e seguir em frente.

Já vo-lo desejei, mas reitero os votos de que todos os apreciadores das quixotadas desta humilde casa tenham um excelente ano. Será um gosto viver mais trezentos e sessenta e cinco dias convosco, partilhando de forma mais ou menos regular as coisas que acontecem, os livros que vou lendo, os disparates de que me lembro e tudo o que tenha lugar nesta espécie de diário partilhado. Quixotemos, então!

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